Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro, Primeiro Bimestre de 2025

1 - BALANÇA COMERCIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

No primeiro bimestre de 2025, as exportações do estado de São Paulo1 somaram US$9,68 bilhões (20,1% do total nacional), e as importações2, US$15,75 bilhões (34,0% do total nacional), registrando déficit comercial de US$6,07 bilhões (Figura 1). Em relação ao mesmo período de 2024, houve queda nas exportações (-9,0%) e aumento nas importações (+37,6%); essa conjunção de desempenhos resultou no acréscimo do déficit (+649,4%) no saldo da balança comercial paulista.


1.1 – Análise Setorial do Agronegócio

Na análise setorial do agronegócio3, no primeiro bimestre de 2025 na comparação com igual período do ano anterior, o setor paulista apresentou redução nas exportações (-18,6%), alcançando US$4,03 bilhões, e aumento nas importações (+13,3%), totalizando US$1,02 bilhão; com esses resultados, o saldo da balança comercial obteve um superávit de US$3,01 bilhões, 25,7% inferior em relação ao primeiro bimestre de 2024 (Figura 1).

A participação das exportações do agronegócio paulista no total do estado no primeiro bimestre de 2025 foi de 41,6%, enquanto a participação das importações setoriais foi de 6,5% (Figura 1). Em relação ao primeiro bimestre de 2024, as participações recuaram 4,9 pontos percentuais nas exportações e 1,4 p.p. nas importações.

Há que se destacar que as exportações paulistas nos demais setores da economia - exclusive o agronegócio - somaram US$5,65 bilhões, e as importações, US$14,73 bilhões, gerando um déficit externo desse agregado de US$9,08 bilhões no primeiro bimestre de 2025. Dessa forma, conclui-se que o déficit do comércio exterior paulista só não foi maior devido ao desempenho do agronegócio estadual, cujo saldo se manteve positivo (US$3,01 bilhões).

 

1.2 - Exportações do Agronegócio Paulista por Grupos de Produtos

Os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio paulista no primeiro bimestre 2025 foram: complexo sucroalcooleiro (US$1,09 bilhão, sendo que desse total o açúcar representou 91,6% e o álcool etílico – etanol, 8,4%), grupo de sucos (US$573,74 milhões, dos quais 98,6% referentes a suco de laranja), setor de carnes (US$567,76 milhões, em que a carne bovina respondeu por 82,1%), produtos florestais (US$494,75 milhões, com participações de 54,7% de celulose e 36,2% de papel) e grupo de café, com vendas de US$297,21 milhões (70,4% referentes ao café verde e 26,5% de café solúvel). Esses cinco agregados representaram 75,0% das vendas externas setoriais paulistas (Tabela 1). Já o grupo complexo soja aparece na sétima posição, com vendas de US$175,91 milhões (68,5% referentes a soja em grão e 24,1% a farelo de soja), com previsão de maiores vendas nos próximos meses, conforme avance a colheita no território paulista.

Ainda de acordo com a tabela 1, nos meses de janeiro e fevereiro de 2025 na comparação com 2024, houve importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos da pauta paulista, com aumentos para os grupos de café (+57,4%), sucos (+40,7%), setor de carnes (+14,9%) e produtos florestais (+7,3%), e quedas nos grupos de complexo sucroalcooleiro (-53,9%) e complexo soja (-28,5%). Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas da composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.



1.3 - Exportações dos Principais Produtos do Agronegócio Paulista

Os dados de valor e volume exportados dos principais produtos dos grupos mais relevantes do agronegócio paulista no primeiro bimestre de 2025 frente ao mesmo período do ano anterior são apresentados na tabela 2.




Desses grupos relevantes, o sucroalcooleiro é o que apresenta a maior participação (27,0%) nas exportações paulistas. No total, o grupo apresentou quedas de 53,9% em valores e 48,8% em volumes exportados, acompanhando as menores vendas externas do açúcar (-54,0% em valores e -48,3% em volume), principal produto do grupo, com desvalorizações nos preços médios dessas commodities de 11,0% para açúcar em bruto e 12,75% para o refinado, quando comparados com os meses de janeiro e fevereiro de 2024. Para o álcool, os embarques apresentaram variações negativas de 55,3% em volume e de 53,1% em valores. Os destinos das exportações desse grupo são bem diversificados em termos de participação em valores dos países, e os resultados apresentam como principais compradores: Bangladesh (11,9%), Índia (8,3%), Arábia Saudita (7,4%), Nigéria (7,2%), Egito (6,4%), Emirados Árabes Unidos (5,5%), Malásia e Argélia (4,6% cada um), Indonésia (4,3%), Estados Unidos (3,6%), e demais países (36,2%).

O grupo de sucos se apresenta na 2ª posição, com 14,2% de representatividade na pauta paulista. O suco de laranja (FCOJ concentrado e congelado) registrou aumento de 15,1% no valor e redução de 42,3% no volume exportado. Para o suco NFC (não congelado, valor brix <=20), as vendas externas ganharam em valores (+46,9%) e queda em volumes -13,8%). Já os outros sucos de laranja não fermentados obtiveram alta em valores de 74,5% e de 4,5% em volumes. A variação total das exportações do grupo de sucos foi positiva em valores (+40,7%), puxados pela valorização dos preços dos sucos no período analisado (FCOJ 70,1%, NFC 99,6% e outros sucos de laranja não fermentados 66,9%), uma vez que houve diminuição nos volumes embarcados do grupo (-17,2%). Os maiores compradores desse grupo são União Europeia (56,5%), Estados Unidos (35,2%), Japão (3,2%) e China (3,0%); os demais compradores têm 2,1% de participação.

O grupo dos de carnes ocupa a terceira posição na pauta paulista, com 14,1% de representatividade, apresentando altas em valores (+14,9%) e em volumes embarcados (+10,1%) em relação aos meses de janeiro e fevereiro de 2024. A carne bovina, principal produto com 82,1% de contribuição no grupo, registrou aumentos de 11,3% em valores e de 2,1% no volume exportado. Para a carne de frango, segundo produto com 14,4% de participação no grupo, o desempenho obtido foi positivo nas vendas em valores (+25,3%) e em volumes (+24,5%). A carne suína (1,6% de participação) apresentou resultados de recuperação em valores (+1.266,9%) e na quantidade embarcada (+747,3%). Os principais destinos em participação são China (40,1%), Estados Unidos (14,6%), União Europeia (8,1%) e Hong Kong (3,9%), enquanto os demais países compradores somam 33,3% de participação.

Na quarta posição no primeiro bimestre de 2025, aparece o grupo produtos florestais, com 12,3% de participação, e seu desempenho foi de aumentos em valores (+7,3%) e queda na quantidade embarcada (-1,4%) em relação a igual período do ano anterior. As exportações dos produtos de celulose, principal item do grupo, apresentou incrementos em valores (+12,3%) e diminuição nos embarques (-3,5%). Já o papel obteve variações negativa para os valores (-4,0%) e positiva em volume (+0,3%). O principal destino em participação de valores exportados é a China (35,9%), seguida de União Europeia (15,2%), Estados Unidos (11,3%), Peru e Argentina (4,5% cada um), Reino Unido (3,6%), Colômbia (3,4%) e Chile e Egito (3,0% cada um); os demais países somam 15,6% de participação.

Para o grupo do café (5ª posição e 7,4% de participação), os resultados apontaram crescimentos de 57,4% nos valores e queda de 8,3% no volume das exportações paulistas. O principal produto deste grupo é o café verde, apresentando aumentos nas vendas externas de 48,7% em valores e perdas de 11,7% em quantidades exportadas pelo estado, e sua alta de 68,3% no preço médio internacional justifica o desempenho positivo. Já o café solúvel obteve incrementos de 77,8% em valores e de 12,8% em volume comercializado. A União Europeia é o principal destino e suas compras representam 36,6% do valor exportado. Na sequência aparecem Estados Unidos (19,1%), Japão (6,0%), Canadá (4,9%), Argentina (4,0%); Rússia (3,4%), Chile (3,0%), Arábia Saudita (2,9%) e México (2,5%); os demais países participam com 17,6%.

O grupo composto pelo complexo soja aponta reduções em janeiro e fevereiro de 2025 nos embarques (-17,5%) e em valores (-28,5%). %). A soja em grão, principal produto do grupo e cujos resultados são de quedas nos volumes (-31,4%) e em valores (-39,9%), foi ultrapassado pelas exportações do farelo de soja que apresentou aumentos em valor (+0,3%) e no volume (43,4%), quando comparados ao período de janeiro e fevereiro de 2024. A China aparece como principal destino em termos de participação de valores (63,3%), seguida de União Europeia (7,7%) Tailândia (7,0%), Indonésia (6,1%), Bangladesh (4,5%) e Índia (4,4%); os demais importadores somam 7,0%.

 

1.4 - Importações do Agronegócio Paulista

Os principais produtos da pauta de importação do agronegócio paulista no primeiro bimestre de 2025 foram: salmões (US$83,16 milhões), papel (US$71,52 milhões) e trigo (US$64,14 milhões). Das mercadorias da pauta do estado de São Paulo, destaca-se que a borracha natural apresentou aumento de 296,4% em valores (US$ 41,23 milhões) e 203,0% em volume importado (20 mil toneladas) no período analisado. Observou-se ainda que, no período do ano de 2024, houve uma queda nos valores e quantidades, e os aumentos em 2025 refletem uma demanda por borracha aquecida por conta dos baixos estoques e perdas de produção do coágulo em níveis globais. A figura 3 apresenta os dez principais produtos que representam 45,8% (US$469,69 milhões) do total importado (US$1,02 bilhão).

 

2 - BALANÇA COMERCIAL DO BRASIL

A balança comercial brasileira registrou superávit de US1,93 bilhão no primeiro bimestre de 2025, com exportações de US$48,25 bilhões e importações de US$46,32 bilhões. Esse resultado apresenta queda de 83,0% no superávit em relação ao mesmo período de 2024, quando alcançou US$11,33 bilhões (Figura 3).


2.1 - Análise Setorial do Agronegócio

Na análise setorial, as exportações do agronegócio brasileiro no acumulado de janeiro e fevereiro de 2025 (Figura 3) apresentaram queda de 4,0% em relação ao mesmo período do ano anterior, alcançando o valor de US$22,22 bilhões (46,1% do total nacional). As importações subiram 12,5% no período, registrando US$3,51 bilhões (7,6% do total nacional).

O saldo da balança comercial dos agronegócios registrou superávit de US$18,71 bilhões no primeiro bimestre de 2025, sendo 6,5% menor na comparação com o mesmo período de 2024 (Figura 3).

Portanto, o comércio exterior brasileiro só não foi deficitário devido ao desempenho do agronegócio, uma vez que os demais setores da economia, com exportações de US$26,03 bilhões e importações de US$42,81 bilhões, produziram um déficit de US$16,78 bilhões nos meses janeiro e fevereiro de 2025.


2.2 - Exportações do Agronegócio Brasileiro por Grupos de Produtos

Os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio brasileiro no primeiro bimestre de 2025 foram: complexo soja (US$4,39 bilhões, tendo a soja em grão 68,2% de participação, e 27,1% do farelo de soja), carnes (US$4,30 bilhões, com as carnes bovina, de frango e suína representando desse total, respectivamente, 47,4%, 38,7% e 11,7%), produtos florestais (US$2,80 bilhões, com participações de 63,9% de celulose e 22,0% de madeira), grupo de café, com vendas de US$2,57 bilhões (91,7% referentes ao café verde e 7,6% de café solúvel), grupo sucroalcooleiro (US$1,97 bilhão, sendo que desse total o açúcar representou 93,5% e o álcool etílico – etanol, 6,4%). Esses cinco grupos agregados representaram 72,1% das vendas externas setoriais brasileiras (Tabela 3). Na sexta posição aparece o grupo de cereais, farinhas e preparações (US$1,57 bilhão, dos quais o milho em grão representou 70,1% do grupo).

Ainda conforme a tabela 3, na comparação com janeiro de 2024, houve importantes variações nos valores exportados dos principais grupos de produtos do agronegócio brasileiro, com destaque positivo para os grupos café (+58,9%), carnes (+18,3%) e florestais (+11,2%), enquanto os grupos de complexo sucroalcooleiro (-43,7%), complexo soja
(-28,5%) e de cereais, farinhas e preparações (-18,8%) apresentaram reduções. Essas variações nas receitas do comércio exterior são derivadas da composição das oscilações tanto de preços como de volumes exportados.




2.3 - Exportações dos Principais Produtos do Agronegócio Brasileiro

A tabela 4 apresenta os dados de valor e volume exportados dos principais produtos dos grupos mais relevantes do agronegócio brasileiro e suas respectivas variações no primeiro bimestre de 2025, em comparação com o período em 2024.



Desses grupos relevantes, na primeira posição na pauta das exportações brasileiras está o grupo complexo soja (19,7% de participação). No ano de 2025, as vendas externas recuaram 28,5% em valores e 14,8% em volumes exportados. O desempenho da soja em grão impactou nesse resultado, com perdas de 31,6% nos valores e de 20,8% nas quantidades exportadas, mas a expectativa de retomada das exportações com a colheita dessa safra está avançando nos próximos meses. Para o óleo de soja, os embarques apresentaram ganhos em receitas de 100,3% e de 102,4% nos embarques, enquanto o farelo de soja teve variações negativas de 28,4% em valores e de 1,6% em volume. A China representa 53,1% das compras em valores desse grupo, seguida por União Europeia (15,7%), Tailândia (5,8%), Indonésia (5,6%), Bangladesh (3,4%), Vietnã (3,0%) e Índia (2,9%); os demais países importadores somam 10,5%.

O grupo de carnes passou para segunda posição (19,3% de participação), apresentando ganhos de 18,3% em valores e 10,4% em volume em relação a janeiro e fevereiro de 2024. A carne bovina teve aumentos em valores (+13,6%) e no volume exportado (+3,9%). Para a carne de frango, foram registradas altas em valores (+21,9%) e nos embarques (+13,5%), e para carne suína, crescimentos em valores (+26,9%) e na quantidade (+13,2%). Neste grupo, a China se destacou como principal destino, com 28,0% das compras de carnes; na sequência aparecem Estados Unidos (6,1%), União Europeia (5,8%), Arábia Saudita (4,7%), Emirados Árabes Unidos (4,5%), Chile (4,3%), Japão (3,9%), Hong Kong e Filipinas (3,6% cada um), enquanto os demais países somam 35,5% de participação.

Na terceira posição aparece o grupo produtos florestais (12,9% de participação) que, em janeiro e fevereiro de 2025, registrou aumentos para valores (+11,2%) e no volume exportado (+2,0%). As variações de valores e volume foram de, respectivamente, +23,8% e +11,5% para a celulose (principal item do grupo), -9,0% e -18,5% para a madeira, e -1,4% e +1,0% para o papel. Os principais países importadores deste grupo são China (31,6%), União Europeia (21,0%), Estados Unidos (17,0%) Argentina (2,8%), México (2,4%) e Coreia do Sul (2,3%); os demais países participam com 22,9%.

O grupo do café, que ocupa a quarta posição (11,6% de participação), apresentou aumento em valores (+58,9%) e queda nas quantidades (-4,4%), puxado pelo café verde, principal produto do grupo, com variações positivas de 58,3% em valores, e -5,2% em quantidades exportadas pelo país. Quanto às participações dos países destinos das exportações em valores, a União Europeia representa 42,7% desse grupo, seguida por Estados Unidos com 16,2%, Japão (6,1%), Rússia e Turquia (4,0% cada um) e China (2,5%); os demais países somam 24,5% de participação.

Na quinta posição e com 8,9% de participação, aparece o grupo sucroalcooleiro, que em janeiro e fevereiro de 2025 registrou quedas de 43,7% em valores e 37,4% em volumes exportados, devido às menores exportações do açúcar (-43,9% em valores e
-37,0% em volume). Para o álcool, os embarques apresentaram reduções de valores
(-41,7%) e em volumes (-44,3%), quando comparados com o mesmo período do ano anterior. 
Assim como no estado de São Paulo, os destinos das exportações desse grupo são bem diversificados em termos de participação dos países. Os resultados apontam a sequência composta por Bangladesh (13,9%), Nigéria (7,5%), Argélia (7,1%), Índia (6,6%), Malásia (5,6%) e Arábia Saudita (4,7%), enquanto os demais países importadores somam 54,6% de participação.

O grupo de cereais, farinhas e preparações obteve resultados negativos em valores (-18,8%) e em quantidades embarcadas (-18,6%). O milho em grão, principal item do grupo (70,1% de representatividade no grupo), registrou quedas em volume (-23,7%) e em valores (-25,9%). Os principais destinos são Irã (24,8%), Egito (17,2%), Vietnã (14,9%), Argélia (4,4%), Turquia (4,1%) e Bangladesh (4,0%), restando 30,6% de participação para os demais países.


2.4 - Importações do Agronegócio Brasileiro

Os principais produtos da pauta de importação do agronegócio brasileiro no primeiro bimestre 2025 foram: trigo (US$299,48 milhões, contabilizando 1,3 milhão de toneladas, 13,7% superior ao volume importado em relação ao bimestre de 2024), cacau inteiro ou partido (US$175,44 milhões), papel (US$173,81 milhões) e salmões (US$167,26 milhões). A figura 4 apresenta os dez principais produtos que representam 42,0% (US$1,47 bilhão) do total importado (US$3,51 bilhões).



3 - PARTICIPAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO NO BRASIL

A participação paulista no total da balança comercial brasileira (todos os setores da economia) apresentou queda no primeiro bimestre de 2025: as exportações caíram 1,2 ponto percentual e as importações aumentaram em 4,4 p.p., apontando valores de 20,1% nas exportações e de 34,0% de representatividade para as importações (Figura 5).

 

Para o agronegócio, as exportações setoriais de São Paulo em janeiro e fevereiro de 2025 representaram 18,1% em relação ao agronegócio brasileiro, 3,3 p.p. menor ante ao mesmo período do ano anterior. Já as importações subiram 0,3 p.p., passando de 28,8% para 29,1% (Figura 5).

A participação dos grupos do agronegócio paulista no agronegócio nacional em janeiro e fevereiro de 2025 se destacou nos seguintes grupos de produtos, cuja participação em valores ultrapassa 50% do total nacional: sucos (88,0%), produtos alimentícios diversos (69,8%), demais produtos de origem vegetal (65,8%) e complexo sucroalcooleiro (55,2%) (Tabela 5).




Em relação aos principais estados exportadores em valores, São Paulo aparece na primeira posição com 18,1% de participação, seguido do Mato Grosso (15,0%). Em terceiro lugar está Minas Gerais (11,6%), seguido por Paraná (11,5%), Rio Grande do Sul (10,0%) e Mato Grosso do Sul (5,9%) (Figura 6). Esses seis estados somados representam 72,1% das exportações totais do agro brasileiro no primeiro bimestre de 2025.

 


 

1Estado produtor (unidade da Federação exportadora), para efeito de divulgação estatística de exportação, é a unidade da Federação onde foram cultivados os produtos agrícolas, extraídos os minerais ou fabricados os bens manufaturados, total ou parcialmente. Neste último caso, o estado produtor é aquele no qual foi completada a última fase do processo de fabricação para que o produto adote sua forma final.

 

2Estado importador (unidade da Federação importadora) é definido como a unidade da Federação do domicílio fiscal do importador.

 

3Os grupos de produtos dos agronegócios podem ser vistos na opção “Tabela de Agrupamentos” em MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. Agrostat. Brasília: MAPA, 2025. Disponível em: http://sistemasweb.agricultura.gov.br/pages/AGROSTAT.html. Acesso em: mar. 2025.

 

Palavras-chave: agronegócio, balança comercial, exportações, importações, comércio exterior, grupo de produtos, superávit, saldo.


  

 

COMO CITAR ESTE ARTIGO

OLIVEIRA, M. D. M.; ANGELO, J. A.; GHOBRIL, C. N. Balança Comercial dos Agronegócios Paulista e Brasileiro, Primeiro Bimestre de 2025. Análises e Indicadores do Agronegócio, São Paulo, v. 20, n. 3, p. 1-16, mar. 2025. Disponível em: colocar o link do artigo. Acesso em: dd mmm. aaaa.

Data de Publicação: 31/03/2025

Autor(es): Marli Dias Mascarenhas Oliveira (marlimascarenhasoliveira@gmail.com) Consulte outros textos deste autor
José Alberto Angelo (jose.angelo@sp.gov.br) Consulte outros textos deste autor
Carlos Nabil Ghobril (nabil@sp.gov.br) Consulte outros textos deste autor